sábado, 7 de fevereiro de 2026

Mezinho, Rei Eterno

 Mezinho, Rei Eterno


Há homens que passam,

e há nomes que ficam.

Mezo não caminha —

ele marca o chão por onde pisa.


Do Catimbau Pequeno a Santa Catarina,

seu nome ecoa como tambor antigo,

batida firme de axé e samba,

respeito que atravessa gerações.


Em Cabo Frio, ele brilha,

não como estrela distante,

mas como sol de pai presente,

abraçando a Boca do Mato

com olhar de cuidado

e mão de justiça.


No futebol, vestiu bandeiras,

representou agremiações

como quem carrega um povo no peito.


Na avenida, é baluarte,

reverenciado por Pepinho, meu Rei,

ovacionado na Cubango,

onde o samba se curva

e diz: axé.


Mezinho não é só um homem,

é plural.

Pai, esposo, referência,

ponte entre o passado e o futuro.


Atua em muitas áreas

porque nasceu inteiro.

Baloeiro dos grandes,

dos maiores da América Latina,

faz o céu respeitar seu talento

e a terra reconhecer sua história.


Há quem mereça medalha,

há quem mereça memória.

Mezinho merece estátua,

mas sobretudo merece eternidade.


Viva Mezo!

Viva o Rei!

Nosso amado Mezinho,

lenda viva,

majestade que nunca se perde.

Um comentário:

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