Mezinho, Rei Eterno
Há homens que passam,
e há nomes que ficam.
Mezo não caminha —
ele marca o chão por onde pisa.
Do Catimbau Pequeno a Santa Catarina,
seu nome ecoa como tambor antigo,
batida firme de axé e samba,
respeito que atravessa gerações.
Em Cabo Frio, ele brilha,
não como estrela distante,
mas como sol de pai presente,
abraçando a Boca do Mato
com olhar de cuidado
e mão de justiça.
No futebol, vestiu bandeiras,
representou agremiações
como quem carrega um povo no peito.
Na avenida, é baluarte,
reverenciado por Pepinho, meu Rei,
ovacionado na Cubango,
onde o samba se curva
e diz: axé.
Mezinho não é só um homem,
é plural.
Pai, esposo, referência,
ponte entre o passado e o futuro.
Atua em muitas áreas
porque nasceu inteiro.
Baloeiro dos grandes,
dos maiores da América Latina,
faz o céu respeitar seu talento
e a terra reconhecer sua história.
Há quem mereça medalha,
há quem mereça memória.
Mezinho merece estátua,
mas sobretudo merece eternidade.
Viva Mezo!
Viva o Rei!
Nosso amado Mezinho,
lenda viva,
majestade que nunca se perde.
Estou emocionado. Ele merece nossa reverência
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