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quinta-feira, 17 de outubro de 2019
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Nova tatto
Olha que demais
A jovem socialite, de Cabo Frio, Paloma Monteiro, lançou mais uma tatuagem, dessa vez em homenagem a sua filhota Maria, que nasceu em dezembro de 2013 e ao pequeno Miguel, seu sobrinho, filho de seu irmão João Pedro Monteiro, que nasceu em dezembro do ano passado. A tatuagem esta fazendo muito sucesso, a jovem postou a foto numa de suas redes sociais, com a seguinte legenda.
_No meu coração, na minha alma , e agora na minha pele . #MeuMenino #MinhaMenina #MeuAmores ❤#Maria #Miguel.
A jovem socialite, de Cabo Frio, Paloma Monteiro, lançou mais uma tatuagem, dessa vez em homenagem a sua filhota Maria, que nasceu em dezembro de 2013 e ao pequeno Miguel, seu sobrinho, filho de seu irmão João Pedro Monteiro, que nasceu em dezembro do ano passado. A tatuagem esta fazendo muito sucesso, a jovem postou a foto numa de suas redes sociais, com a seguinte legenda.
_No meu coração, na minha alma , e agora na minha pele . #MeuMenino #MinhaMenina #MeuAmores ❤#Maria #Miguel.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Tatuagem em homenagem ao River Plate
Fã do futebol argentino e torcedor do Palmeiras, faz tatuagem em homenagem ao River
O enfermeiro acreano Glediston de Azevedo Mesquita, 32, torcedor do Palmeiras, que é fã do futebol futebol argentino, faz uma tatuagem em homenagem ao River Plate. A tatuagem na perna esquerda com o escudo do clube, foi feita em janeiro deste ano, após a conquista da Taça Libertadores da América, em dezembro do ano passado, conquistada em cima do Boca Juniors, maior rival.
Numa entrevista, o enfermeiro fala o seguinte sobre a tatto.
_ Devido a magnitude da final entre River e Boca, eu tinha prometido de que se o River fosse campeão eu faria uma tatuagem.
A história de paixão pela Argentina, começou há muito tempo, sabe aquela história de quando algumas crianças torcem para o time que está ganhando, tudo começou em
em 1990, após a derrota da Seleção Brasileira por 1 a 0 para a Argentina, nas oitavas de finais da Copa do Mundo na Itália.
O rapaz relembra o seguinte – Eu desde pequeno, tenho vaga memória sobre futebol, e uma das memórias que tenho é da Copa de 1990, lembro de todo mundo triste na casa da minha vó, e a maioria das crianças torcem para o time vencedor. Foi ai que eu criei aquele negócio de torcer para a Argentina.
Depois vieram os títulos da Argentina na Copa América de 1991 e 1993, com isso o menino na época se viu na necessidade de torcer para o clube do país, e a oportunidade veio da seguinte maneira, na final da extinta Supercopa, entre São Paulo e River Plate.
Ele explica o seguinte. – Eu como um palmeirense já estabelecido, tinha que torcer contra o rival, foi aí que comecei a torcer para o River Plate que se consagrou campeão naquele ano.
Nos últimos seis anos, desde que o clube argentino retornou à primeira divisão nacional em 2013, o palmeirense voltou a acompanhar o futebol do River com mais intensidade inclusive em 2014 esteve na para conhecer o estádio e o museu do clube.
Segundo ele a viagem, trouxe diversas recordações.
_Tudo isso me trouxe várias lembranças do River Plate e fez aumentar meu gosto e paixão pelo time.
Com isso, Glediston está cada vez mais perto do River, acompanhando os os títulos do clube em campeonatos nacionais e sul-americanos.
Numa entrevista, fizeram a seguinte pergunta ao rapaz, Palmeiras ou River Plate?
Os dois clubes só podem se enfrentar, em caso de amistoso ou torneios sul-americanos, como Libertadores (onde este ano ambos estão), Glediston respondeu logo de cara que o amor pelo Verdão vai predominar.
– Eu torço para o River, mas minha eterna paixão e razão de viver sempre será o Palmeiras. Em um eventual encontro entre as duas equipes, eu torcerei sem sombra de dúvidas para o Palmeiras – assegura.
O enfermeiro acreano Glediston de Azevedo Mesquita, 32, torcedor do Palmeiras, que é fã do futebol futebol argentino, faz uma tatuagem em homenagem ao River Plate. A tatuagem na perna esquerda com o escudo do clube, foi feita em janeiro deste ano, após a conquista da Taça Libertadores da América, em dezembro do ano passado, conquistada em cima do Boca Juniors, maior rival.
Numa entrevista, o enfermeiro fala o seguinte sobre a tatto.
_ Devido a magnitude da final entre River e Boca, eu tinha prometido de que se o River fosse campeão eu faria uma tatuagem.
A história de paixão pela Argentina, começou há muito tempo, sabe aquela história de quando algumas crianças torcem para o time que está ganhando, tudo começou em
em 1990, após a derrota da Seleção Brasileira por 1 a 0 para a Argentina, nas oitavas de finais da Copa do Mundo na Itália.
O rapaz relembra o seguinte – Eu desde pequeno, tenho vaga memória sobre futebol, e uma das memórias que tenho é da Copa de 1990, lembro de todo mundo triste na casa da minha vó, e a maioria das crianças torcem para o time vencedor. Foi ai que eu criei aquele negócio de torcer para a Argentina.
Depois vieram os títulos da Argentina na Copa América de 1991 e 1993, com isso o menino na época se viu na necessidade de torcer para o clube do país, e a oportunidade veio da seguinte maneira, na final da extinta Supercopa, entre São Paulo e River Plate.
Ele explica o seguinte. – Eu como um palmeirense já estabelecido, tinha que torcer contra o rival, foi aí que comecei a torcer para o River Plate que se consagrou campeão naquele ano.
Nos últimos seis anos, desde que o clube argentino retornou à primeira divisão nacional em 2013, o palmeirense voltou a acompanhar o futebol do River com mais intensidade inclusive em 2014 esteve na para conhecer o estádio e o museu do clube.
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| Monumental de Núñez em 2014 — Foto: Glediston Mesquita/Arquivo pessoal |
Segundo ele a viagem, trouxe diversas recordações.
_Tudo isso me trouxe várias lembranças do River Plate e fez aumentar meu gosto e paixão pelo time.
Com isso, Glediston está cada vez mais perto do River, acompanhando os os títulos do clube em campeonatos nacionais e sul-americanos.
Numa entrevista, fizeram a seguinte pergunta ao rapaz, Palmeiras ou River Plate?
Os dois clubes só podem se enfrentar, em caso de amistoso ou torneios sul-americanos, como Libertadores (onde este ano ambos estão), Glediston respondeu logo de cara que o amor pelo Verdão vai predominar.
– Eu torço para o River, mas minha eterna paixão e razão de viver sempre será o Palmeiras. Em um eventual encontro entre as duas equipes, eu torcerei sem sombra de dúvidas para o Palmeiras – assegura.
sábado, 26 de janeiro de 2019
sábado, 29 de setembro de 2018
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