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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Racismo

Mais um caso de racismo na Região dos Lagos

Essa semana já noticiei um caso de racismo, e infelizmente venho notificar outra situação lamentável, dessa vez com a jovem, Tais Sanchez, de Araruama. A mocinha fez um relato numa de suas redes sociais, falando sobre esse fato tenebroso.

Tais diz o seguinte.
_Vim colocar esses prints para expor tipos de caras como esse, que não aceitam levar um NÃO, que já tentam ofender uma mulher.
Sinceramente não sei a qual tipo de mulheres ele está acostumado, e tampouco me importa até porque TODAS merecem respeito. Na hora senti uma raiva tremenda e logo após uma tristeza, pois nos dias de hoje, com um país tão miscigenado, existem pessoas como o tal.
Por fim, eu só sei sentir pena pois pelo que tudo indica é um fake que, tão sem capacidade, se esconde atrás de máscaras para conseguir alguma coisa. E isto só me dá mais forças com meus estudos para que um dia eu possa me deparar com homens do tipo e fazer valer tudo aquilo que deve ser feito.
Sou negra sim! Tenho orgulho da minha cor! E me acho linda sim! Inclusive, em breve com minha carteirinha em mãos para tratar moleques como devem ser tratados.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Infelizmente o racismo continua ocorrendo

Tristeza: Jovem racismo

Lamentavelmente, o crime de racismo ocorre, e quem foi atacada foi a top cabofriense, Julia Leandro, a menina que é uma das negras mais lindas, relatou hoje (18), numa de suas redes sociais, o que ocorreu com ela, a mocinha posta imagens e relata esse crime que sofreu.

No post que fez, Julia afirma o seguinte.
_E ainda tem gente que fala que o RACISMO NÃO EXISTE, ENTÃO O QUE É ISSO???
#RESPEITAMINHACOR
#RESPEITAMEUCABELO
#ELESNÃO
ISSO ME FERE!!
VIVO EM UMA SOCIEDADE DOENTE ONDE EM REDES SOCIAIS ENALTECEM AS NEGRAS MAS FORA DAS REDES SOCIAIS PRATICAM O RACISMO... ATÉ QUANDO??

Temos que acabar com isso, esses criminosos tem que pagar, por cada ato de racismo. Não aguentamos mais esse tipo de situação.


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Até quando

Professor denuncia advogada por racismo

Até quando os brasileiros serão obrigados a passar pelo crime de racismo, mais um caso absurdo ocorre no país. O professor Fabiano Xavier, de Cabo Frio e morador de Búzios, deu entrada num boletim de ocorrência, contra um advogada, que teria o chamado de "preto sujo".

O crime de injúria racial está previsto no código penal brasileiro. Parágrafo 3 Artigo 140 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940.

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem: (Incluído pela Lei nº 9.459, de 1997)
§ 3o Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: (Redação dada pela Lei nº 10.741, de 2003)

O lamentavel episódio, ocorreu no mês de abril, num show em Búzios. Mas só na última quinta-feira (20), o caso foi denunciado a polícia. O docente lotado no Colégio Municipal Rui Barbosa, de Cabo Frio, relatou o triste ocorrido, por email, ao Jornal Folha dos Lagos, mas não citou o nome da denunciada.

Segundo Fabiano,  uma mulher pediu que ele saísse da frente pois estaria atrapalhando a visão dela do show.
_A atração em questão era um tributo à Cazuza. Ele teria saído do lugar, mas ela teria continuado a implicar com ele. Até que a situação chegou ao proprietário do bar, que teria tentado promover uma conciliação. Mas a mulher teria perdido a cabeça e usado palavras racistas: “(...) já irritado me dirigi a ela perguntando se ela tinha algum problema comigo. E ela disse-me: ‘seu preto sujo, seu lugar não é aqui’. Foi então que esta pessoa se dirigiu ao proprietário da casa, como último recurso para exigir a minha retirada. (...) A mulher estava destemperada, foi aí que a mulher partiu para uma agressão física sendo contida antes do ato, pelos presentes e expulsa da casa”.

O mestre também explica ao jornal, o motivo da demora para fazer a denuncia.
_Naquele momento minha mãe me pediu que eu não levasse adiante, e farei aqui o uso de suas palavras “meu filho a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, por mais que você esteja nos seus direitos (...)”. Foi então que deixei temporariamente no esquecimento, porém ao ver documentário do Profissão Reporter no dia 19/07/17, quarta feira, onde as vítimas de racismo e injúria racial relatavam os casos de agressão, me veio uma impotência e um arrependimento, um choro copioso”.

Esperamos que essa mulher pague pelo crime que cometeu. 





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