quarta-feira, 10 de junho de 2026

16 anos depois

 México revive memórias de 2010 na abertura da Copa do Mundo de 2026

Falta apenas um dia para o início da Copa do Mundo de 2026, e a seleção mexicana chega à competição cercada de simbolismos. A estreia do México remete diretamente ao Mundial de 2010, quando os mexicanos abriram a competição diante da África do Sul. Dezesseis anos depois, três personagens daquele confronto histórico voltam a fazer parte da caminhada da equipe nacional.

O experiente goleiro Guillermo Ochoa, que em 2010 era reserva da seleção, segue ligado ao grupo e representa a longevidade de uma das carreiras mais marcantes do futebol mexicano. Já Rafael Márquez, autor do gol do empate por 1 a 1 contra os sul-africanos naquela abertura, retorna agora em uma nova função, integrando a comissão técnica como auxiliar.

Outro nome de destaque é Javier Aguirre. Comandante da equipe em 2010, ele deixou o cargo após a eliminação nas oitavas de final, mas voltou ao comando da seleção em 2024 com a missão de conduzir o México a uma campanha histórica em casa na Copa de 2026.

A participação de Aguirre nesta edição, porém, tem prazo definido. Após o Mundial, o treinador deverá encerrar seu ciclo à frente da seleção, abrindo caminho para que Rafael Márquez assuma o comando técnico da equipe, simbolizando uma transição entre gerações e mantendo viva a identidade do futebol mexicano.

A coincidência entre as Copas de 2010 e 2026 reforça a conexão entre passado e presente, com personagens que ajudaram a escrever a história do México voltando ao centro das atenções justamente no momento em que o país recebe o maior evento do futebol mundial.



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