Poesia para Tico Garcia
Toque pra lá, toque pra cá,
a genialidade de Djamilnha,
a maestria de Alex,
a competência de César Sampaio.
Você, Tico, Tiquinho,
me lembra o Palmeiras dos anos 90,
aquele futebol que não era só jogo,
era espetáculo, era arte, era coração.
Não sei se você é fanático por futebol como eu,
meu Tico Garcia,
mas toda vez que a bola cai nos nossos pés,
surge magia, imaginação, sintonia.
É como se o mundo parasse
só pra ver a gente tabelar a vida.
Somos dupla dinâmica,
Paulo Nunes e Jardel no Grêmio,
parceria rara, daquelas que se entende no olhar,
sem precisar pedir a bola.
E tem o Heitor Garcia, meu sobrinho,
craque também quando estamos juntos,
brincando, rindo, gastando o tempo
como se o tempo fosse eterno
num campinho qualquer da memória.
A arte e a magia do futebol
fazem parte da gente,
do meu imaginário, da minha história,
transformando amizade em poesia,
transformando você, Garcia, Tico,
em verso, em jogo bonito,
em gol de placa no meu coração.

